O autorismo da obra liefeldiana

Olá amigos, quanto tempo não?

Como todos sabemos este blog existe para trazer à tona todas as camadas existentes dentro da obra liefeldiana, como vocês já puderam ver em algumas análises. Entretanto, uma coisa que nunca foi falada aqui e que merece ser avaliada é a obra liefeldiana como um todo, o autorismo presente na obra.

O mundo dos quadrinhos como sabemos é repleto de quadrinistas sempre sendo influenciados por outros em seus estilos. Tanto que muitas vezes acabamos por confundir alguns artistas com outros, ou no momento em que olhamos pro desenho de determinado artista vemos imediatamente qual foi sua referência. Um exemplo claro é o celebrado artista brasileiro Ivan Reis, sempre lembrado por suas influências como os clássicos John Buscema e Alan Davis. (Eu poderia citar um outro sem número de artistas que são muito mais levados em consideração atualmente que o nosso querido Maioral, mas estou com preguiça.)

O ponto aqui é claro, amigos. Observem este desenho e me digam:

Precisa de assinatura pra reconhecer o artista dessa obra? Não, não precisa. E sabem por que? Porque Rob Liefeld é acima de tudo um artista fiel ao seu estilo, e por mais que tenha sido (injustamente) criticado durante todos esses anos,  seu nome permanece  forte no mercado. Qualquer fã de quadrinhos, gostando ou não do nosso maioral vai reconhecer seu traço. E outro aspecto do seu autorismo que alguns pobres consideram como “preguiça”, são os estilos de seus personagens que quase sempre lembram o Cable. Mas sobre isso falarei em outra oportunidade.

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    • Wicket
    • 11 de novembro de 2011

    Sobre o Cable: Não se mexe em time que tá ganhando galera! kkkkkkkkk

    *challenge accepted* *Fuck yea*

    \o

  1. Sobre o Cable: Não se mexe em time que tá ganhando galera! kkkkkkkkk
    +1

  2. Sobre o Cable: Não se mexe em time que tá ganhando galera! kkkkkkkkk

    +2 x 468595050595958938403

    • NF
    • 25 de novembro de 2011

    Falando em influências e estilos. Ezra Pound dividia os poetas entre Inventores e Diluidores. Os inventores, naturalmente, criavam estéticas, revolucionavam formas; os diluidores, apenas repetiam ou copiavam artistas maiores. Evidentemente, Liefeld é um inventor. E é possível ver que esse tal de Frank Miller copia desonestamente a atitude do Mestre. Qual seja, a de desenhar as formas como se fossem o trabalho de um amador. Como nesta graphic Holy Terror, por exemplo.

    Percebam:

    • Luiz Carlos
    • 26 de julho de 2012

    Liefeld, o Picasso do quadrinhos. O Homem, a obra, o gênio.

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